TEXTOS A LOS REYES MAGOS EM PORTUGUÉS

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Enero  2021 nº 39

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AL SERVICIO DE LA PAZ Y LA CULTURA HISPANO LUSA

OS REIS MAGOS
Apontamento de: Eugénio de Sá
Portugal

Sempre lhes chamaram Reis mas consta que seriam Sábios que partiram de suas terras para adorar
o menino-deus que estava prestesa nascer. Sabe-se apenas que os magos passaram a ser chamados   
de reis algures entre o final da Idade Antiga e o início da Idade Média.

O aparecimento da estrela-guia aos três reis magos

Esse acontecimento cristão é citado na Bíblia no Evangelho de São Mateus:
«Depois de ouvirem o rei, eles seguiram o seu caminho, e a estrela que tinham visto no oriente
foi adiante deles, até que finalmente parou sobre o lugar onde estava o menino.
Quando tornaram a ver a estrela, encheram-se de júbilo.
Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram.
Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra.”
( Mateus 2, 9-11 )

                                                               As origens dos Reis Magos
Os reis magos que levaram presentes a Jesus chamavam-se originalmente Bithisarea, Melichior e Gathaspa.
Só no século VIII, eles aparecem mencionados nos escritos como Gaspar, Baltazar e Belchior, ou Melchior.
                            Vieram do Oriente; Gaspar era originário de regiões próximas ao Mar Cáspio; Baltazar vinha de regiões
                                        próximas ao Golfo Pérsico; Belchior (ou Melchior) viajava desde Ur, terra dos Caldeus.
                                                 Eles transportavam ouro, incenso e mirra para oferecer ao Menino.

Um episódio citado na Bíblia
«Antes de Belém, porém, os 3 reis magos chegaram à Jerusalém e, encontrando com o rei Heródes, perguntaram por Jesus.
Heródes sentia-se ameaçado com a notícia do nascimento de um rei e por esse motivo pediu que os magos seguissem
o seu caminho e voltassem para avisá-lo a localização de Jesus quando o encontrassem. O intuito era matá-lo.
Os magos foram, mas não voltaram para avisar Heródes, pois através de sonhos tinham sido alertados para não o fazerem.
De acordo com a tradição, 6 de Janeiro é o dia da visita dos reis magos a Jesus. Assim, essa data passou a ser celebrad
como o Dia de Reis e é uma festa popular em muitos estados brasileiros, na qual se encerra a quadra natalícia.»

 

Os Reis Magos seriam mesmo reis e magos?…
 Por: Albertino Galvão

Todos nós já ouvimos falar, ou até já lemos diversas “versões” da história dos três reis magos.
Acredite-se, ou não, em tudo o que já ouvimos ou lemos, a história das três personagens já está tão enraizada em nós que, aos olhos dos mais fervorosos crentes, qualquer contestação à sua veracidade, poderá ser vista como pura heresia.
O facto de me considerar agnóstico não me dá o direito de contrariar a história, no seu todo, mas dá-me liberdade para exprimir os meus pontos de vista, sobre algumas passagens da mesma, sem qualquer intenção de a desrespeitar, muito menos ferir crenças e convicções de cada um.
Os contadores de histórias utilizam, muitas vezes, aqui e ali, metáforas para, diga-se, “enfeitar” a mensagem que querem passar o que é, a meu ver, normal e legítimo. 
Ao longo de séculos, os católicos apostólicos romanos, de acordo com o calendário juliano, têm celebrado o dia 6 de Janeiro como o dia de reis, ou seja, o dia em que, pressupostamente, Melchior, Baltazar e Gaspar visitaram o Deus menino. 

Passando à história:
Melchior, Baltazar e Gaspar seriam mesmo reis?… É que nunca se soube, concretamente, quais os seus reinos, tão pouco as suas verdadeiras origens… (apontam-se, por exemplo, Babilónia, Pérsia, Arábia, ou do mesmo local os três)… daí considerar que, titular estes personagens de reis, terá sido apenas para, de certa forma, enobrecer estes visitantes e enfatizar a história.
Ao que parece, também não eram magos, (pelo menos no que toca a magia propriamente dita), mas sim sábios que se dedicavam, supõe-se, ao estudo dos astros.

Do conhecimento geral é que os ditos “reis magos” terão ficado a saber que algo de extraordinário acontecera, através de um “sinal divino”, ou seja, uma estrela que, posteriormente, os terá guiado até ao local do nascimento de Jesus. Não será exagero, penso eu, considerar o dito “sinal divino” como metafórico, pois sendo eles astrônomos, qualquer astro desconhecido lhes despertaria a curiosidade e a vontade de mais saber sobre ele e, daí, terem resolvido seguir na direção da dita estrela que os levou até Jerusalém. Aí terão ficado a saber do nascimento de Jesus, rei dos judeus, e decidiram procurar o seu paradeiro para adorá-lo e presenteá-lo, até porque, curiosamente, a estrela que seguiam apontava a Belém, local que os sacerdotes apontavam como sendo o local onde nascera o novo rei dos judeus. Num encontro casual com Herodes, este ter-lhes-á pedido que, no regresso, o informassem do paradeiro do Menino para ele próprio o ir adorar.
Consta que, por intuição, premonição ou sonho, os três terão desrespeitado o pedido de Herodes e que este, num acesso de fúria, ordenou a matança de todos os primogénitos da região, com menos de dois anos de idade, mas José, avisado por um anjo do perigo que Jesus corria, foge com a família para o Egipto.
Confesso achar esta parte da história demasiadamente rebuscada e fantasiosa, mas… adiante! 

Citando: 
«No entanto, a história da bíblia é outra: Mateus, no capítulo 2 do seu evangelho, apenas faz menção de uns magos que iam adorar Jesus, não dizendo quantos eram, quais os seus nomes ou sequer confirma se seriam Reis»
Em resumo, não seriam apenas três, mas vários “reis magos” a visitar o Menino e o facto porque se destacam apenas Melchior, Baltazar e Gaspar, deve-se a terem ofertado os presentes mais valiosos, ou mais simbólicos, ouro, símbolo de poder, incenso a divindade e mirra uma erva medicinal muito importante e usada, também, no embalsamento de corpos, neste caso, simbolizando a imortalidade.
Curiosamente, contrariando as imagens que se conhecem, a Bíblia sugere que Jesus já teria cerca de dois anos na altura da chegada dos ditos reis magos a Belém.
É por estas contradições que me permito achar confusa e pouco credível grande parte da história. Por isso, (e para eu próprio não criar mais confusões ou confundir-me a mim próprio), vou terminar repetindo o que acima disse:
O facto de me considerar agnóstico não me dá o direito de contrariar a história, no seu todo, mas permite que num ou noutro ponto, coloque
algumas reticências e, sobre eles, exprima os meus pontos de vista, sem qualquer intenção de a desrespeitar, muito menos ferir crenças e
convicções de cada um.

POEMAS E CANÇÕES
Por: Cema Raizer

Hoje ouvi novamente uma de minhas canções preferidas…
Quando gosto de uma canção, sempre ouço como se fosse a primeira vez!
Encontro nela , sinais de emoção deixados pela voz de quem interpreta!
Impregna em meus sentimentos! Fica  marcada na memória a emoção deixada pela letra… sinais que ficam, inesquecíveis!
Na telinha, a canção está tão próxima, que tenho a impressão de estar vendo ao vivo! No aparelho de som, o ambiente é completamente tomado pela voz…
No ‘fone’ de ouvido as canções se tornam especiais, únicas!
Nada interfere no ouvir e sentir… são como Poemas:
Levam a meditar, iluminam, dão sentido à vida e aos sonhos!
Despertam alegria saudade e nostalgia…
Através das canções, sentimos o imaginário e o inalcansável!
Canções permitem voar livre e, diante delas, não me sinto só! Abrigam meu sonho.
Canções e poemas falam ao coração!
Gosto de ouvir ! Trazem lembranças e ternura.
Canção ou poema que mais gosto… impossível esquecer:
Contém tudo o que quero ouvir!
Penso que foram feitos para mim…
Tem gente que só ouve a canção…tem gente que entra nela, e descobre um mundo maravilhoso!
É magia!!!
Será que meu mundo , sem elas, seria triste?
Claro que seria!
Canções e poemas que impressionam, vêm para ficar!

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