POEMAS O MAR

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AL SERVICIO DE LA PAZ Y LA CULTURA HISPANO LUSA

 

COLABORAN. Maria Inês Aroeira Braga.- Rose Arouck.-Virginia Branco.-Eugénio de Sá.-Alfredo dos Santos Mendes.-Daniela de Sousa.-Celso Henrique Fermino.-Santa Catarina Fernandes da Silva Costa.-José Ernesto Ferraresso.-Albertino Galvão.-Iran Lobato.-Mário Matta e Silva.-Gabriela Pais.-Cema Raizer

OCEANO,FONTE DE VIDA E BELEZA
Maria Inês Aroeira Braga

Chega a assustar a enorme imensidão,
De superfície verde ou azulada…
O vai e vem encerra uma canção,
Que o búzio guarda porque é sagrada…

Um universo à parte… Nas entranhas,
Sangue que corre nas veias da Terra…
As riquezas que guarda são tamanhas,
E é impossível saber tudo que encerra…

É o segredo de Deus, pois sua Mão,
Fez surgir no Oceano a Criação
E todo o necessário à humanidade…

Mas o homem, a quem falta inteligência,
trata o mar com tamanha negligência,
E o mata por ganância ou crueldade…

O Mar
Rose Arouck

Entre os tesouros do planeta está o Mar.
Uma potência que engrandece a natureza.
Necessário e imponente na força de abraçar
uma Terra que gigante, se equipara em beleza.

É o labor diluído em ondas sob constância,
para ajudar o clima purificando nosso ar…
A sua imensidão se desdobra em relutância
favorecendo a nossa vida em prol de nosso respirar.

Se desejamos ir p’ra longe temos o Mar
que nos carrega sobre seu dorso em ebulição
impulsionando a nossa ânsia de viajar…

Para suprir com seus frutos a nossa alimentação
usamos a pesca, que em redes vamos buscar
 para o deguste que beneficia a nossa nutrição.
 

O S   M A R E S
VIRGÍNIA BRANCO
Portugal

Que eu prossiga pelos trilhos do mar e do sol.
Aprendi a andar nas areias finas, bordadas d’espuma.
Meus olhitos nadavam por cima das ondas, até ao arrebol.
Minhas praias debruadas a algas, de iodo perfumadas.

Mares de pesca, um vaivém de gaivotas na busca de alimento.
Mares de lazer, de reservas minerais, medicamentos.
Plataformas de petróleo  que na economia têm influência.
Mares de lutas, quando foram palco de pirataria
e mais tarde os combates das grandes potências.

Mares que cobrem setenta por cento do planeta Terra
e nesse encontro formam Oceanos profundos.
A Lua  tem influência  nas marés.
Ah mar por onde seguiram caravelas,
dando início aos descobrimentos.

Em pequenas casquinhas de nozes,
levaram a Cruz de Cristo e dos portugueses, a alma e as vozes.
Enfrentando vagalhões…….
contornaram o Cabo da Boa Esperança,
gigantes que apertavam um ideal em seus corações!
Orgulho-me de Vasco da Gama e do Infante D. Henrique.

A escola de Sagres tinha fama.
O Poeta Luis Vaz de Camões contou em verso, os feitos dos portugueses!
Os mares deram origem aos Oceanos
e sem o saberem os Descobrimentos deram início â Globalização!

DILUÍDA NO MAR
Virgínia Branco

Tão perto, mas longe
me ficas meu mar!
Mas é  no teu búzio
que ouço o estalar
das ondas que agitas
no teu seio, meu mar.
Sinto o perfume da tua maresia.
Vislumbro o pescado
que na rede havia,
saltitante na praia
que em menina corria.
No teu marulho
minh’alma s’eleva,
contendo o desejo
p’ra sempre ficar
diluída na espuma,
da crista da onda
do teu marulhar.
Tão perto mas longe
me ficas meu mar.

NOSSO MAR
Virgínia Branco

Mar de contentamentos…
e também de sofrimentos,
onde desaguam rios
de lamentos e queixumes
e onde navios largam estrumes
batendo em retirada.

E a ciência, volumes
d’atómicas experiências
para nos reduzirem a nada…!
Seus fundos são de riqueza

que não devemos sujar..
Afastemos a vileza
não a deixemos passar.
Há mares em que não navego

porque a maré não seduz,
neles não nado, sossego…
porque a razão me conduz.
Tempestades, meus tormentos…

Há cabos que não deixamos
por qualquer sejam dobrados.
Há ondas que não vencemos
e portos em que não atracamos!

Há mar chão e encapelado
e há sempre alguém interessado
nas marés em que vivemos!

JÁ NEM OS BÚZIOS ME TRAZEM O MAR !
Eugénio de Sá

Eu que do mar amante fui um dia
Desse mar que em faustos naveguei
Outra visão tenho da nostalgia
Pois qu’apartado dele hoje fiquei

Vaga-me a alma nas distantes ondas
E em lonjuras se perde o seu sabor
Quando vislumbro as fauces hediondas
Desta saudade feita Adamastor

Ah; que do mar profundo, essas lembranças
Não se me apaguem mais no coração
Mesmo distante dele, noutras paranças
Sempre lhe sinto o amor, a doação…

Já que o pulcro oceano não mais vejo
Se nem dos búzios ouço o seu ruído
Ao vento eu confio que num beijo
Lhe leve o que de mim for mais sentido

O MAR
( Eugénio de Sá )

Mar impiedoso, duro, quezilento
tu, que engoliste heróis e pescadores
que sabes ser também um mar d’amores
se em branduras te envolves com o vento.

Formoso mar quando em verdes te mostras
ou mesmo se em azuis ganhas recorte
mar imponente, sempre, no teu porte
pintas o horizonte onde o encontras.

Moldura dessa gesta marinheira
que envolveu todo o povo português
que em ti ganhou a fama alvissareira.

Mar acre de sabores que tanta vez
deixas na praia a fé e a canseira
e vestes de breu as dores da viuvez.

TEMPORAL
Alfredo dos Santos Mendes

Era um dia de faina começando.
Meu barco, qual corcel, vai cavalgando,
sobre as ondas azuis, acetinadas.
Acerto o rumo e lá vou mareando.
O murmúrio do mar vou escutando,
lembrando mil canções inacabadas!

O pronuncio da noite acontecia.
O Sol a pouco e pouco se escondia…
E ver o arrebol, era suposto.
Só vi o horizonte enegrecido…
Senti o vento Norte enraivecido…
Penetrar friamente no meu rosto.

E o mar de calmaria em que vogava.
Que docilmente meu barco beijava…
Tornou-se temporal impiedoso.
Nuvens em turbulência cospem raios…
Ribombam os trovões em fortes vaios…
Lembrando gargalhar…Vil…cavernoso.

Firmei as mãos no leme fortemente.
Numa luta feroz, qual combatente,
enfrentei destemido o mar bravio.
Me imaginei David, frente a Golias.
A golpear o mar, as águas frias,
apossado de louco desvario.

A procela amainou, veio a bonança.
Lançámos junto às redes, esperança,
de as sentirmos pesadas ao puxar.
Afaguei a traineira com ternura…
E em sua proa altiva de bravura…
Fiz questão de gravar: Deusa do Mar!

SEGREDOS
Alfredo dos Santos Mendes

Oh mar, me diz: por que és misterioso?
Que guardas nos corais, no mar profundo?
Que segredos tu guardas no teu fundo,
Para que às vezes fiques tenebroso?

Que ‘scondes no teu reino poderoso?
O princípio do nada… tão fecundo!
És fonte de energia deste mundo,
Que embora maltratado és generoso!

E mesmo quando em fúria desabrida,
Trazendo o fervilhar de tanta vida,
Desfaleces na areia em longo espasmo…

As ondas que na praia, uma a uma
Nós vemos desfazer feitas em espuma,
São explosões de amor…Eterno orgasmo!

VIAGEM PELO MAR AZUL
Daniela de Sousa

Viajei pelo mundo afora
Cortei minhas amarras
Cresci, saí por aí
Navegando sem destino

Queria me encontrar
Nesse mar de encantamentos
Nas ondas dos pensamentos
Nas tempestades do sem-fim

O tempo passando continuava navegando
Contemplando o horizonte
O vento soprando em meu rosto
As velas se retorcendo em tua direção

Presa no azul do mar sabia que por ti
Estava enamorada, presa nos teus olhos
Mergulhei nesse amor
Te encontrei dentro de mim

Mas vieram as tempestades
Os ventos fortes sopraram
Jogamos as bagagens ao mar
Começamos a naufragar

Mas então emergimos
respiramos a brisa
Os pensamentos clarearam
O dia raiou novamente

Finalmente chegamos
Ao nosso destino o porto almejado
Um infinito de possibilidades
Num mar de vida e tranquildae.

Purificação
Celso Henrique Fermino

a chuva lava minhas
vontades e leva meu
ânimo e inunda
essa vida seca
atlântica perdida
germina esperança
tinge meus olhos de
verde, ver de novo o
ariano enlouquecido
esquecido pelo riso
meus sonhos agora
afundados, afogados
sonhos que ficaram
no álbum de retrato
fotos nunca reveladas
desejos nunca revelados
de uma vida velada
mares nunca dantes
navegados. naufrágios
escombros de embarcações
que apenas zarparam
e morreram na praia
sem leme nem vela
mar bravio. ondas bruta
netuno do último mergulho
escafândrio delator
revela-me pusilânime
as águas abrem os braços
caminho até elas
deixo-me engolir
submerso. água fria
o ar falta. o mundo gira
hipopótamo amarelo
bolhas de ar escapam
das flácidas narinas
escuridão abissal
__
escrevendo poesia
na velha cadeira
de balanço do vovô.

MAR-FONTE DA VIDA
Santa Catarina Fernandes da Silva Costa
Brasil

Quem me dera enraizar meus pés nas areias
de um mar azul transparente
que pudesse do meu cérebro tirar as teias,
e me vestir de pérolas reluzentes.
Quem me dera ser um conchinha
Viajar de norte a sul,
do infinito  ao profundo bordado de azul,
de leste a oeste
com mil cores  nas minhas vestes.
ser  algo qualquer
que me levasse ao léu,
sairia do mar e visitaria o céu!

No entanto, meus pés estão longe do mar!
Não ouço seu murmúrio
nem as canções das ondas
que espumam querendo
ultrapassar o limite ordenado,
pelo Ser Sagrado.
Assim batem nas pedras,
querendo voar,
ou querendo acariciar?

Ouço apenas barulhos de carros,
Vozes esparsas ou imaginárias.
Ar seco, parado, assustado,
abafado, no respirar cansado.
Enquanto o mar protege vidas
Num movimento onduloso,
escondendo mistérios,
sorrisos, sonhos, romances,
envolvidos nos milênios,
enterrados num imenso cemitério.
Quem me dera ser uma conchinha
Protegida ns braços das águas salgadas.
Beijar a terra, ver o sol
e voltar nas ondas, embalada!

NA PRAIA
José Ernesto Ferraresso
Brasil

Estou cabisbaixo, sofrendo.
Conversando em grandes solilóquios,
Relembrando as marcas do passado
E tudo que fiz de errado.

A praia é meu local de meditar,
Pensar profundo!
Deixar os pensamentos voarem,
como as gaivotas flutuam no ar.

Quero observar as ondas
Nelas deixar meus pensamentos divagarem
bem lentos.
Esquecer deste passado que sempre lembro.

REFLEXO ?
José Ernesto Ferraresso

Vejo no mar calmo teu reflexo,
Nas águas salgadas, o teu olhar,
Nas areias , desenho tua imagem.
Tua presença é constante, sinto que estás

diante de mim , desejo-te,
sinto teu cheiro,
que me vem encantar.

Será ilusão?
não consigo imaginar,
mas posso acreditar.

 QUANDO..
Albertino Galvão 

Quando a saudade me envia
ventos soprando o passado
só ver o mar me alivia
só ele escuta meu fado. 

Quando a saudade me envia
ventos soprando o passado…
Às ondas conto segredos
que se diluem na espuma…
Na areia enterro meus medos
e espalho sonhos na bruma. 

Quando a saudade me envia
ventos soprando o passado…
Visto de azul a minha alma
atiro beijos ao ar
recolho da brisa a calma
e deixo no mar o olhar. 

Gaivota
Albertino Galvão

Gaivota, arisca gaivota,   
envolta em céu e em mar,   
voa! Voa para a lota   
faz-me, contigo, voar!    
Quero contigo subir   
assim, tão leve, tão solta,   
deixar de ter e sentir   
a alma em penas envolta   

Ó Gaivota, companheira,   
neste mar tão inconstante,   
segue a rota, marinheira,   
já vejo terra adiante.   
Plana livre, o vento é nosso,   
segue meu barco á cautela,   
ajuda que já não posso   
de novo subir a vela!    

O meu barco artesanal,   
pescando mágoas e ais,   
tristezas, desilusões,   
desejos e frustrações…   
Lá vai… não vai…   
Vai que não vai…   
Em busca dum novo cais   
em terras de Portugal.  

NO MAR
Albertino Galvão 

Tu no mar me encontrarás
respirando maresia…
Tuas mãos me estenderás
com carinho e cortesia…
Em mim vislumbrarás
o nascer dum novo dia
e comigo escreverás
a mais bela poesia. 

No mar me irás encontrar,
qual deus saído da bruma
vestindo coisa nenhuma…
E tu, perdida de enlevo…
Das redes com que te enredo 
me atrais com beijos de espuma! 

PÉROLA DO CAETÉ
Iran Lobato

Cismo que oceanos e abrolhos distantes
Vertem ao Caeté em vidrilhos de prata,
Conchas pr’a Bragança, onde o rio aquilata
Pérolas no escrínio de ostras errantes.

Nesse enlevo, o rio se faz um mar heleno
E a orla, a vaga amorosa e casta
Ao Caeté egeu, que a beija febril e engasta
Tons perolados de aquoso ameno.

Num vadio vai e vem do vagalhão co’a vaga
Ouve-se o atrito e confusos rumores;
Seriam murmúrios de antigos rancores?

Cismado reflito quem é o vitorioso…
Se a vertigem do vento vil venturoso,
Ou a volúpia da vaga que à orla afaga?

CAPRICHOS  DO  A-MAR – AMOR
Mário Matta e Silva

Eu sou o búzio que afagas
Que moldas com tuas mãos nestas carícias
Entro nos bordados da tua concha feita de malícias
E faço amansar e amornar as tuas vagas !

Eu sou quem usas para teu deleite
Sim, sou teu búzio desenhado em sons de mar
Fugidos da cidade queremos assim amainar
E não há melhor do que a fina areia onde te deite !

Eu sou o que sente a maresia quando me amas
Enrolando-te em sonhos em alva espuma
E quando de novo tu me chamas
Trocamos os corpos até que caia de espanto a bruma !

Eu sou  o tempo que nos arrasta
Rolando nas vertigens do corpo meu
E quando nos queremos nada nos afasta
Entrego-me e o meu corpo passa a ser o teu !

Se o Mar quando revolto arrancar o búzio de tua mão
Guarda de mim o Amor nas metáforas desta canção ! 

Lourenço Marques, Moçambique
S/ d.

PAIXÕES E POETAS DO MAR
Mário Matta e Silva

Junto ao mar
Sobra mar
Cheira a mar
Brisa morna do mar
Respirar o mar
Deixar os olhos presos
Na cor do mar
Trazer na pele
O salgado do mar…

Para cá e para lá
Ondulação persistente
Horas de mar dolente
Espumas que se espreguiçam
Outras de bravo mar…

Abraço de mar
Frescura de mar
Cânticos de mar
Nostalgias de mar
Paixões e Poetas do mar…

Fonte de nutrientes
Marés surpreendentes
Em seus búzios, suas algas
Sua renovável energia
Seus cânticos de pura magia…

Mar em bojo de mar
Com vida de submerso mar
Equilíbrio de continentes
A baloiçar até lá no horizonte
No seu e no meu pulsar
Esse mar de navegantes
De além e de aquém
Imenso mar… todo o mar!

UM POEMA PARA O TEMA ‘MAR’
MAR TURVO

Gabriela Pais
(Portugal)

Mundo de mar demais revolto, toldado,
Um passo gigante para a decadência,
Teu cerúleo pelo sol prateado,
Imerso em plástico, cor da imprudência.

Serpenteia o desleixo e a estupidez,
Ignorância reles sem se entender,
Que têm na mente? Apenas sordidez!
Há um tesouro de espécies a perecer.

Vivências de um tempo estiolado,
Incontida soberba, musas sem canto,
Rogam fim deste mundo demudado.

Mar de tamanha beleza perde encanto,
P’ la diferença humana, fustigado,
Fonte de vida tão esquecida, em pranto!!

 

A ILHA
Cema Raizer

Tanto Esperei
Que realizei meu sonho
Revisitei a ilha perto da praia
Numa encantada região
Livre das investidas do progresso
Manhã maravilhosa e ensolarada
E eu a navegar numa escuna…
Dia de mar azul e gaivotas a voar
Céu iluminado e sol de verão
Alegre perspectiva
Curtindo o trajeto e a ância de chegar…
Sentir o olhar curioso das gaivotas
Prodigioso é Caminho do Mar!
No entorno da Ilha…
Grandes pedras guardiãs da natureza
A pequena praia
Parecia esperar a embarcação!
Momento feliz e Paz
Grande descoberta e muita alegria
Esse mundo isolado me encantou
Livre solitário e preservado
Vontade de ficar…

MAR E PEDRA
Cema Raizer

Praia do Sonho
Da querida Capital
Atração turística
Pedra e Mar
Grande Onda
Num romance de verão
Que resiste
À todas as estações
Amor eterno
Entre a Pedra e a Onda
Por que
Só esse Amor
É eterno?

INVERNO À BEIRA MAR
Cema Raizer

Da orla observo a vida
Um vasto mundo à minha frente
Paisagem linda e calma
Alí o Mar se nutre de nuvens
De azul do céu e luares
O pescador e seu cão
Sem compromisso
Caminham pela areia…
Aquecida pelo sol
E repleta de gaivotas
Mar calmo e o silêncio do vazio
Igual ao meu pensar
Praia deserta e àgua azul
Um mar que aquieta minh’ alma
Se integra aos meus sentimentos
Inunda minha inspiração
Me faz sentir viva!
Nessa nostálgica paisagem
Observo como criança
O riacho corre para o mar…
Linda tarde de inverno
À beira Mar!

 

2 comentarios en “POEMAS O MAR”

  1. Em primeiro lugar um abraço fraterno para a nossa querida Drª Eunate e que esteja tudo bem. É bom voltarmos a estes encontros
    poéticos para alegrar este período pandémico e parabéns a todos que fazem parte desta família.

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  2. Tomo a liberdade de tornar minhas as palavras da poeta Gabriela Pais. Que tenha se restabelecido totalmente, Dra. Eunate, e que possamos prosseguir juntos, nessa viagem maravilhosa, por intermédio das letras e sons musicais

    Responder

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