EDITORIAL

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Enero 2.019  nº 15 

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La verdadera alegría interior es estar contento por nada, sentir gozo por la vida, aunque parezca rutinaria, aunque esto casi es imposible porque nunca hay dos días iguales.

Sin embargo, los que pueden disfrutar de la vida, están contentos y conformes, no se quejan, se sienten bien consigo mismos, pueden amar a los que tienen cerca y querer su trabajo, y ser apasionados y felices. Pero tienen que disimularlo, porque se dan cuenta que la gente los mira como bichos raros, los consideran superficiales, irresponsables e insensibles a los graves problemas del mundo.

Los que no han perdido su alegría interior y disfrutan de la vida tienen la actitud que es necesaria para que a su alrededor las cosas se ordenen y se creen las condiciones favorables para cumplir sus objetivos; porque en esta vida, el obstáculo más difícil de salvar siempre es uno mismo

Dicen que la alegría y también la risa son contagiosas, sin embargo, parece que lo que realmente promueve, en las personas que no son felices, es la envidia y en lugar de copiar ese modelo de conducta, se sienten molestos, descolocados, fuera de foco.

La alegría estalla en nuestro interior cuando estamos bien con nosotros mismos, nos agrada cómo somos y quién somos y podemos estar con aquello que nos gusta porque hemos descubierto el sentido de nuestra vida.

Esto es lo que nos impulsa cada mañana a levantarnos contentos y lo que nos permite descansar toda la noche.

Mientras no nos formulemos las preguntas claves seguiremos desequilibrados y descontentos. ¿Qué es lo que me gusta? ¿Cómo imagino que tendría que ser mi vida para poder desarrollar mi potencial y estar en armonía física, mental y espiritual? ¿Por qué no me atrevo a intentarlo?

Podemos ser exitosos y no estar alegres, porque el éxito no es sinónimo de felicidad para todos, la prueba es que a muchos famosos les gustaría ser anónimos.

Tampoco la alegría interior se relaciona con el dinero, porque el dinero es un medio para un fin y si no se lo que quiero no me sirve para estar contento.

La diversión tampoco me garantiza la alegría interior, porque satisface los sentidos pero no llena el alma.

Postergar las preguntas que todos nos tenemos que hacer algún día es aceptar vivir amargado; y si no nos apresurarnos a encontrarles respuesta, ahogándonos con diversión o burlándonos de la alegría de otros, es perpetuar el propio descontento.

No se trata de proyectar grandes epopeyas, solamente todo lo que nos puede hacer sentir bien y en paz con nosotros mismos.

A verdadeira alegria interior é estar contente por nada, sentir prazer, pela vida, ainda que pareça rotineira, ainda que isso seja quase impossível porque nunca há dois dias iguais.

Todavia, os que podem desfrutar da vida, estão contentes e conformados, não se queixam, sentem-se bem consigo mesmos, podem amar os que têm por perto e o seu trabalho, e ser apaixonados e felizes. Mas têm que o dissimular, porque se apercebem que as pessoas os olham como ‘bichos raros’, considerando-os superficiais, irresponsáveis e insensiveis aos graves problemas do mundo.

Os que perderam a sua alegria interior e desfrutam da vida, mostram  a atitude que é necessária para que em seu torno as coisas se ordenem e se criem as condições favoráveis para que se cumpram os seus objectivos; porque nesta vida, o obstáculo mais difícil de transpôr é sempre o que o mesmo se põe a si próprio.

Dizem que a alegria e também o riso são contagiosos, todavia parece que o que realmente promovem nas pessoas que não são felizes é a inveja, e em lugar de lhes ser contagioso esse modelo de conduta, fa-los sentir incomodados, deslocados, verdadeiros ‘outsiders’.

A alegria explode no nosso interior quando estamos bem connosco mesmos, gostamos de quem somos e sentirmo-nos bem com isso para podermos fazer aquilo que de que mais gostamos, porque descobrimos o sentido da nossa vida.

Isto é o que nos motiva em cada manhã a levantar-nos contentes e o que nos permite descansar toda a noite.

Entretanto, enquanto não nos formularmos as questões-chave, permaneceremos desequilibrados e descontentes; De que é que eu gosto realmente? – Como é que teria de ser a minha vida para poder desenvolver o meu potencial e estar em harmonia física, mental e espiritual? – Porque não me atrevo a tentá-lo?

Podemos ser bem sucedidos e não estar alegres, porque o êxito não é sinónimo de felicidade para todos, a prova é que muitos famosos gostariam de passar por anónimos.

Tão pouco a alegria interior está relacionada com o dinheiro, porque o dinheiro és um meio para um fim e se não sei se o que quero não me ajuda a ser feliz.

A diversão tão pouco me garante a alegria interior, porque satisfaz os sentidos mas não nos enche a alma.

Adiar as perguntas que todos nos temos de fazer algum dia é aceitar viver amargurado; e se não nos apressarmos a encontra-lhes resposta, afogando-nos em diversão ou zombando da alegria dos outros, estaremos a perpetuar o nosso próprio descontentamento.

Não se trata de projectar grandes epopeias, somente tudo o que nos pode fazer sentir bem e em paz connosco mesmos.

3 comentarios en “EDITORIAL

  1. Que o ano novo seja de amor e paz ,e nos traga sempre mais essas mensagens criativas
    de esperança em nós, e no futuro de cada, poeta, escritor, leitor…
    A vida se bela, na medida em que podemos testemunhar seres que, unidos realuizam
    sonhos e nos cativam com inspiração!
    Agradeço o o “EDITORIAL” e passarei a ler, com carinho, à medida que que o tempo
    me permita pois, a leitura nos ensina! Parabéna à todos!
    Abraços, Cema Raizer.

  2. Muito especial o texto que acabo de ler, mostrando a importância de manter viva a inspiração, de tantos poetas e
    escritores, que nos presenteiam com obras que nos dão belos momentos de leitura.
    Sou Fã de ” ARISTOS INTERNACIONAL” e , aos poucos irei ler esse conteúdo com imenso prazer.
    Obrigada pelo envio , que 2119 seja promissor para todos, em todos os setores!
    Respeitosamente Cema Raizer ( Iracema Raizer Fiamoncini)

  3. Hola buenas tardes.Estoy interesado en que conozcan mis poemas y si estan a la altura sean publicados.
    Gracias y perdonen la molestia.
    Carlos (charlitos)

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