EDITORIAL

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Todas las madres saben que  ser madre va más allá de una misma. Ser madre es saber de amores inmensos como el universo. Ser madre es ser hogar, almohada, maestra, psicólogo, manta que calienta, red que sostiene, agua que calma, manos que curan, y mucho más. Ser madre es sentirse a cargo de los bienes más preciados de la vida.

Ser madre es considerar que es mucho más noble sonar narices y lavar pañales, que triunfar en una carrera. Es ejercer la vocación sin descanso, siempre con la misma canción de que obedezcan, se laven los dientes, se acuesten temprano, saquen buenas notas etc.

Respira y vive. Porque tú serás madre toda la vida, pero tu hijo más temprano que tarde dejará de ser niño. Los quehaceres domésticos bien pueden esperar, los pequeños no. Algún día, llegará el duro momento en que comprendas que el tiempo no tiene vuelta atrás.

Una madre quiere que a sus hijos les vaya todo bien en la vida, pero también quiere que haya tormentas y aprendan a navegar en alta mar. Sabe que sus hijos tienen que pasear de la mano de sus demonios, liberarse de las cargas y tropezar mil veces con la misma piedra.Ellas ven mejor que nadie los defectos en sus hijos, pero, sin embargo, los aceptan y nunca los esconden. Saben si sus hijos no están bien con solo mirarlos, puesto que las madres son las más expertas detectoras de emociones.

Creo que no existe sentimiento más puro y grande como el que una madre le tiene a sus hijos… y cabe bien decir que se deja de vivir por una para vivir por ellos. Ser madre es una de las experiencias más temerosas y gratificantes de la vida. A lo largo de la mía, muchas veces he rememorado el poema de Kahlil Gibran.

Tus hijos no son tus hijos/ son hijos e hijas de la vida /deseosa de sí misma. / No vienen de ti, sino a través de ti /y aunque estén contigo /no te pertenecen. 

Si hay un amor que podamos llamar verdadero es el amor sincero de una madre, un amor que a su vez es eterno e infinito. En realidad, ser madre implica seguir los pasos de unos pequeños maestros, los hijos, hasta que se hacen grandes; pues con solo existir y sin saberlo los hijos nos enseñan a amar de manera incondicional.

 

Como mãe que sou, creio que ser mãe vai mais para lá dessa condição. Ser mãe é saber de amores imensos como o universo. Ser mãe é ser lar, almofada, professora, psicóloga, manta que aquece, rede que sustêm, água que acalma, mãos que curam, e muito mais. Ser mãe é sentir-se responsável pelos bens mais preciosos da vida.

Ser mãe é considerar que é muito mais nobre assoar narizes e lavar fraldas, que triunfar numa carreira. É exercer a vocação sem descanso, sempre com a mesma canção de que obedeçam, que lavem os dentes, que se deitem cedo, que tirem boas notas, etc.

Respira e vive. Poque tu serás mãe toda a vida, mas o teu filho mais cedo que tarde deixará de ser menino. Os afazeres domésticos bem podem esperar, os pequenos não. Algum dia chegará o duro momento em que compreenderás que o tempo não tem volta atrás.

Uma mãe quer que aos seus filhos lhes corra tudo bem na vida, mas também sabe que haverão tempestades e que aprendam eles a navegar em alto mar. Sabe que os seus filhos hão-de passear pela mão os demónios, libertar-se das cargas e tropeçar mil vezes na mesma pedra. Elas conhecem melhor que ninguém os defeitos dos seus filhos, mas, não obstante, aceitam-nos e nunca lhos escondem. Basta-lhes um olhar para saber que os seus filhos não estão bem, porque as mães são as maiores especialistas na detecção de emoções.

Creio que não existe sentimento mais puro e grande como o que uma mãe tem pelos seus filhos… e é justo dizer-se que uma mãe deixa de ter vida própria para viver por eles e para eles. Ser mãe é uma das experiências – a um só tempo – mais temerosas e gratificantes da vida. Ao longo da minha muitas vezes recomendei o poema de Kahlil Gibran:

“Os teus filhos não são teus filhos /são filhos e filhas da vida / desejosa de si mesma / Não vêm de ti, senão através de ti / e ainda que estejam contigo / não te pertencem.”

Se há um amor a que possamos chamar verdadeiro é o amor sincero de uma mãe, um amor que é a um tempo eterno e infinito. Em realidade, ser mãe implica seguir os passos de uns pequenos mestres, os filhos, enquanto crescem e se fazem grandes; pois só por existirem, e sem que o saibam, os filhos ensinam-nos a amar de uma maneira incondicional.

3 comentarios en “EDITORIAL”

  1. Eunate define aqui, e muito bem, o que é a nobre condição de ser Mãe. Como digo num dos meus poemas incluído nesta edição: Ser mãe é ser matriz, ser atriz principal no preito á vida, tal Deus o previu.
    Parabéns à nossa ilustre diretora editoral, também ela mãe e avó.

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  2. As palavras dedicadas às Mães, repercutem em nossas mentes ,
    como uma canção de ninar, que , com certeza é lida e interpretada
    mundo afora, e que, nesse recordar, nos acalenta e nos envolve
    em momentos de paz e de amor especial!
    Parabéns à essa Edição!
    Cema Raizer

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