CRÓNICAS EN PORTUGUÉS

Todo lo publicado en esta revista esta sujeto  la ley de propiedad intelectual de España” Ley 21/2014 de 4 de noviembre, por la que se modifica el texto refundido de La ley de Propiedad Intelectual, aprobado por Real Decreto  Legislativo 1/1996 del doce de abril, y la ley 1/2000, de siete de enero de Enjuiciamiento Civil” todos los derechos están reservados .Luna Sol Internacional está registrada ante la propiedad intelectual de España y el copyright de Estados Unidos

 

cro-port

 

Teorizando sobre um tema difícil

Eutanásia despenalizada, sim ou não?

Por Eugenio De Sá

Cada caso é um caso, dir-se-á. Embora constituindo um lugar comum, pode dizer-se que realmente é assim.

A doença, ou outra qualquer causa que leve um ser humano a uma fase inapelávelmente terminal da sua existência, exige que, para a defesa de uma intervenção determinante na evolução desse processo, sejam tidos em conta uma série de pormenores relevantes.  Desde logo, os envolvimentos afectivos dos entes queridos do paciente, ou da vitima, e os seus próprios hábitos culturais e religiosos têm de ser tidos em conta, e podem aconselhar a condicionar a acção que que possa ser tida

como  a mais indicada para pôr termo a desnecessários sofrimentos, porque é disso que se trata.

Quando consciente, o alvo da acção para uma eventual suspensão artificial da vida, ou morte clinicamente assistida, como sói dizer-se, é o elemento determinante

para a vir a potenciar e concretizar a iniciativa.

Se a pessoa em causa está inconsciente e é irrecuperável desse estado, deverão ser os parentes mais chegados a assumir essa decisão que não deverá ser obstaculizada, caso essa pessoa esteja dependendo já e unicamente de meios artificiais de manutenção da vida, como já vem acontecendo, aliás. Mas a lei é interventiva, e por isso deve ser repensada e adequada às realidades tendo sempre por objectivo maior a defesa da dignidade e da vontade do ser humano,

cuja condição existencial imponha um decisão extrema.

Em qualquer caso, defendemos e repetimos que deverá caber ao próprio e, em ultima análise, à sua família, essa tomada de decisão, quando clinicamente estiver provado o esgotamento de todos os meios de salvamento dessa vida e que, prolongando-a, isso só poderá acarretar ainda mais sofrimento ao individuo em apreço.

Querer continuar a impor regras a partir de legislação ultrapassada, ferida de influências e dogmas religiosos, ou outros pseudo-moralistas, deve ser tido, em nossa opinião, como obsoleto, caricato e desumano e, portanto, passível de revisão à luz da clarividência e do espírito humanista que deve reger uma sociedade evoluída e descomplexada. 

decorationplatescrapbookingpng2_zps5bbb003c

 

OS “NOVOS DONOS” DO MUNDO

Ary Franco (O Poeta Descalço)

         Os atuais “donos” do Mundo estão com a faca entre os dentes, prontos para iniciarem a 3ֺª Guerra Mundial. Ao invés de Hitler, Mussolini e Hiroito (Alemanha, Itália e Japão, respectivamente) temos agora Donald Trump, Putin e Xi Jinping (EEUU, Rússia e China, respectivamente). Sem deixar de citar o ditador da Coreia do Norte – Kim Jong-um – que não cansa de fazer desafiadores testes nucleares, “aprimorando”, cada vez mais, o poder destruidor de seus mais recentes “brinquedinhos”.

         No simples apertar de botões, mísseis nucleares de efeitos devastadores, com alcances intercontinentais,  serão disparados em direção a seus desafetos. Uma vez a caminho de seus alvos, alguns serão detectados pelos “destinatários” e interceptados sobre solos de nações neutras. Uma vez suas ogivas atingidas, explodirão e destilarão uma chuva meteórica de matéria radioativa que tornarão inabitáveis por décadas as áreas afetadas. Milhões de inocentes morrerão. Entre esse fogo cruzado estaremos nós, sofrendo as consequências da insanidade mental daqueles que se encarregarão de fazer a Humanidade regredir à idade da pedra.

         Não teremos mais heróis de batalhas, como tivemos na 2ª guerra mundial. Cito como exemplo nossos gloriosos pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira), sob o comando do General Mascarenhas de Morais, que depois de três meses de renhida luta e sítio, tomaram dos alemães a fortaleza de Monte Castelo, feito até hoje que nos orgulha, mas fadado a ser esquecido pelas (eventuais) futuras gerações que somente saberão disso em alguns livros e virarão a página, sem darem o merecido valor.

         No fraco entender deste confesso néscio, longe estamos de esperar que apertos de mãos e pactos de paz sejam firmados entre os ímpios e que o inevitável não venha a ocorrer. E digo mais: pela marcha acelerada e o rumo dos acontecimentos, isso ocorrerá em curto prazo (o estopim é curto e está aceso). Trump já fez uma declaração pública de que o aquecimento global não existe: que é uma invenção dos chineses na tentativa de brecar o “desenvolvimento” dos EEUU.

         Uma coisa é certa: nesse entrevero de proporções gigantescas, não haverá vencedores. Apenas sobreviverão os justos e puros que, no soçobro dos escombros, soerguerão uma nova Humanidade reconduzida por Deus ao caminho que nos foi mostrado por nosso Irmão Maior Jesus Cristo, quando de sua passagem por nós há 2017 anos.

         O que contribuiu para que eu escrevesse esta pequena e pessimista crônica foi à conclusão a que cheguei após meditar sobre o fato inconteste de que o nosso Mundo já está se acabando, pouco a pouco em fatos cotidianos e isolados (a varejo). Não falta mais nada acontecer de repulsivo que já não tenha acontecido (pai estuprando a própria filha, matricídios, fraticídios, filicídios, genocídios cometidos em massa por fanáticos religiosos e outras barbáries). Daí, cansei de dizer-me “É o fim do mundo”.

         Estamos mergulhados na cobiça, inveja, vaidade, desprezo pelo próximo, falta de humildade, querer ter mais e mais sem preocupar-nos em ser. A honestidade, solidariedade, piedade, bondade, humildade, caridade… passaram a ser virtudes e não dons inatos dados a nós por Nosso Deus Criador. Perdidos à deriva no livre arbítrio que nos é conferido, afastamo-nos tanto dos exemplos e ensinamentos deixados por Jesus Cristo, que  chegamos numa altura do caminho donde não temos mais como retornar. Tudo terá que acabar para um recomeço!

         Encerrando, peço o favor da opinião daqueles poucos que me leem. Que me corrijam, que digam que estou demente, que nada disso ocorrerá, que não corremos risco algum e “QUE ESTOU ERRADO!”

decorationplatescrapbookingpng2_zps5bbb003c

 

A SORTE DOS MAUS

Humberto Rodrigues Neto

Embora a misericórdia e o amor de Deus sejam infinitos, implacável é, também, a sua justiça.
Os que foram maus, como os políticos corruptos, estupradores, pedófilos, sequestradores, inquisidores, torturadores, etc., esses permanecerão, depois de desencarnados, sob o guante terrível dos mais acerbos martírios.
Daí a justificativa para o «Vesúvio», o «Tsunami», o recente terremoto na Itália, os acidentes aeronáuticos, as inundações, os grandes incêndios e outras calamidades, naquilo que se convencionou chamar de desencarnes coletivos, pois não há efeito sem causa.
O pedreiro miserável que cai do andaime de um edifício em construção e deixa ao desamparo uma viúva com 4 ou 5 filhos, também é uma prova do quanto Deus é justo, pois tudo é meticulosamente planejado na espiritualidade consoante as imutáveis leis de causa e efeito.
Quem poderá afirmar não tenha sido ele um dos inquisidores que gozava o espetáculo terrível de grelhar em fogo lento um ser humano?
Segundo os espíritos, Hitler, que desencarnou há 64 anos, ainda se encontra em profunda letargia no além e depois acordará em estado de total imbecilidade mental, devendo assim permanecer até que transcorram cerca de 2.000 anos, quando lhe será facultada, não a saída de lá, mas a caridade de poderem descer vez por outra aos centros espíritas terrestres para contarem as suas desditas e solicitar ajuda.
É a situação em que se encontram Átila, Nero, Calígula, Gêngis Kan, Gregório o Grande (que foi Papa), Torquemada e tantos outros, muitos dos quais comparecem em prantos convulsivos às sessões de desobsessão, como já dissemos, suplicando por ajuda ou, acreditando-se ainda vivos, vociferando maldições contra Deus, Jesus e os circunstantes. Isso quando não agridem fisicamente os médiuns que os atendem. É por tal motivo que em tais sessões é vedada a presença de pessoas comuns, dela participando apenas médiuns de larga experiência e de ilibada conduta moral. 
Todos os maus também serão redimidos, claro, pois já dissemos que a bondade de Deus é infinita, e o inferno não existe!
Mas a cada um é conferida a expiação condizente com o grau de sua maldade. 
O próprio Cristo disse: «Ali haverá choro e ranger de dentes»!
Os cursos da Doutrina, ministrados nos Centros, explicam muito bem essas coisas, que vêm fartamente descritas no livro «O Céu e o Inferno», integrante do Pentateuco de Kardec sobre a codificação do Espiritismo.
Claro que Deus não é aquele déspota cruel, vingativo e sanguinário em que o transformaram as Escrituras, mas não tergiversa em se tratando do corretivo que deva ser aplicado aos perversos.
Não é nossa intenção assustar ninguém, mas não devemos duvidar dessas coisas.
Pautemos, pois, as nossas vidas dentro de parâmetros de decência e humildade, a fim de que não sejamos conduzidos àquelas inóspitas regiões, onde choram as lágrimas do martírio e uivam as maldições daqueles que nunca se interessaram em conhecer um pouco do Espiritismo.

decorationplatescrapbookingpng2_zps5bbb003c

2 comentarios en “CRÓNICAS EN PORTUGUÉS”

  1. Um vez mais me sinto honrado por ver aqui editada uma das minhas crónicas, muito bem acompanhado pelos meus amigos e irmãos de coração; os ilustres escritores e poetas Humberto Rodrigues Neto e Ary Franco, ambos defendendo temáticas de sumo interesse.
    Reitero os meus parabens à presidente e directora-editora da LunaSol, respectivamente Cristina Oliveira Chavez e Eunate Goikoetxea, pela determinação em manter bem vivo este eminente serviço prestado à causa da literatura, e, por via, dela, também ao humanismo.

    Responder
  2. Feliz e honrado ao ver minha crônica «Os Novos Donos do Mundo» publicada na erudita revista LUNASOL.
    Agradeço a deferência e deixo meu fraterno abraço para todos.

    Responder

Deja un comentario